Um Domingo produtivo?

Prometia, and it delivered!

Da manhã, a primeira fase do Bot’Abaixo em Linda-a-Velha foi concorrida e implacável – aquela parede foi demolida! 😀

Os guerreiros do dia:

Há sítios onde se paga para fazer isto, sabiam? Partir coisas, I mean. 🙂 No próximo dia 23 há mais, mas será numa onda mais “construtiva”. 😛

À tarde, a Cicloficina em Telheiras, também foi concorrida e muito produtiva, pelo menos, via-se muita gente atarefada! 🙂

O Sr. António marcou presença (e disse que ia à próxima MC!), e o Pedro levou o resultado da conjugação engenhosa de um trolley de bilhas de gás com as rodas que doámos, um reboque para a Cicloficina. 🙂

Reboque DIY Reboque DIY

Mais fotos no Grupo da Cicloficina no Flickr.

Este Domingo é cheiinho de Transição

A Ciclo-Via.org, em Linda-a-Velha, está a preparar um espaço comunitário onde procurará desenvolver actividades e acções de promoção do uso da bicicleta, utilitário mas não só. Os próximos dois Domingos (dias 16 e 23 de Janeiro, e sim, de 2011! :-)) de manhã vão ser de trabalho de equipa & um good ol’ convívio a acabar em almoço. Se puderem não percam a oportunidade de fazer parte deste esforço colectivo. 🙂

Bot'abaixo

Também no próximo Domingo dia 16, mas à tarde, há mais uma Cicloficina em Lisboa. Atenção, contudo, que esta não terá lugar no sítio do costume, mas em Telheiras, na sede da ART, integrada na iniciativa de Transição local, e diz que terá até um piquenique! 🙂

Bicicletas em Lisboa

A bicicleta em prime-time na televisão (dia 4 de Dezembro de 2010, TVI):

No vídeo, o vereador José Sá Fernandes fala das BUP (Bicicletas de Utilização Pública) e é referido pelo jornalista que devem ser uma realidade em 2011. Vamos ver se isto vai, finalmente, pois tinham sido anunciadas inicialmente para 2009.

É um bocado chato que a conversa das bicicletas se resuma basicamente os número de quilómetros de ciclovias e, agora, vá lá, as BUP. Nada é dito dos parques de estacionamento e dos cursos de condução que, embora que não na escala e nível de qualidade necessários, têm sido feitos pela CML, por exemplo.

E é sempre preocupante ver a típica ilusória associação ciclovias = mais segurança, principalmente porque é sempre por quem tem menos noção dos perigos acrescidos das mesmas e, logo, quem tem menos capacidade de os identificar e escapar.

Mas o ponto positivo a realçar aqui é que a bicicleta e seus utilizadores e promotores vão tendo cada vez mais tempo de antena e isso é muito importante na promoção social e cultural do uso utilitário da bicicleta, essencial para se conseguirem cada vez melhores condições e maior reconhecimento dos direitos de quem opta por este modo.