Cycle Wild

A missão deste grupo, Cycle Wild, é: «re-conectar as pessoas com a Natureza através da bicicleta». Simples. Fantástico. 🙂

No atarefado mundo urbano de hoje em dia, é fácil esquecer a Natureza – mesmo apesar de ela nos rodear em todos os locais a que vamos. Os nossos horários cheios tornam difícil abrandar, respirar fundo, e lembrarmo-nos de que vivemos num mundo natural. A Cycle Wild pretende reconectar as pessoas com esse mundo, e ajudá-las a compreender as dificuldades, desafios e oportunidades da sua preservação. Fazemos isto agendando e liderando viagens gratuitas de acampamento na Natureza – usando a bicicleta. Simplesmente por viajarmos de bicicleta, o campismo (e a vida) move-se a um passo mais lento. Os ciclistas relaxam, desfrutam do sol e do vento (e às vezes da chuva), e reparam verdadeiramente nas árvores, nas montanhas, nos rios, e na vida selvagem.

[Via]

Acho esta mais uma iniciativa mesmo excelente! E liga temáticas que me são queridas, a bicicleta e a Natureza. Já leram o livro “Last Child in the Woods”, do Richard Louv? Se não, vão ler. 🙂

Serviço Bike Bus da Carris alargado

Há a partir de agora (Agosto) mais 2 * carreiras da Carris com o Bike Bus, um serviço iniciado em 2007, totalizando agora 6 carreiras:

21 – Saldanha – Moscavide Centro *
24 – Alcântara – Pontinha
25 – Estação do Oriente – Prior Velho
31 – Av. José Malhoa – Moscavide Centro *
708 – Martim Moniz – Parque das Nações
723 – Desterro – Algés

Serviço Bike Bus da Carris

Como funciona:

1 – Entre no autocarro Bike Bus com a sua bicicleta pela porta de saída do veículo
2 – Fixe a bicicleta na braçadeira de velcro antes do veículo iniciar a viagem
3 – Valide o seu título de transporte [não paga mais pelo transporte da bicicleta!] nos validadores existentes no interior do veículo

«cenas a pedal – Nada a temer a não ser o próprio medo»

Foi hoje publicado no DN Gente, «cenas a pedal – Nada a temer a não ser o próprio medo» um artigo escrito pela jornalista Fernanda Câncio, com fotos dos repórteres Vasco Neves e António Henriques, e que se desenvolveu a partir desta crónica, «a ditadura das coisas normais», na coluna ‘sermões impossíveis’ da Notícias Magazine (suplemento do DN) de 31/05/2009.

«cenas a pedal - Nada a temer a não ser o próprio medo»

Notem a foto espectacular da Ava e da Lanka! 🙂 Muito obrigada a elas, à Lurdes, ao Hércules e ao Nuno por partilharem as suas histórias com a jornalista, permitindo assim a publicação deste artigo e a consequente divulgação da Cenas a Pedal e do seu Curso de Condução de Bicicleta. E muito obrigada também à Fernanda Câncio por partilhar com o resto do mundo este pequeno “segredo” e interessar-se o suficiente para aprofundar o tema. Sabemos que anda para aí muita gente com este pequeno “handicap” e que anseia por poder partilhar com o resto da humanidade o prazer de andar de bicicleta, e esperamos que este artigo dê maior visibilidade ao “problema” e, principalmente, à sua solução, nomeadamente através da Cenas a Pedal! 🙂

Para os interessados, aqui fica uma folha informativa acerca do Curso (ficheiro PDF). Mais informações e inscrições via cursos @ cenasapedal . com ou 91 347 58 64.

Upgrade

a7a7bf0aacA CML devia fazer com os parques de estacionamento de bicicletas o que, pelos vistos, está a fazer com os das motas, pelas mesmas razões. Foi com agrado que há uns meses recebi a notícia de que a Câmara iria instalar dezenas de suportes de estacionamento de bicicletas por Lisboa, mas com o tempo fui constatando que:

1) as estruturas não eram as melhores (embora não sejam das piores também!),

2) a implementação não contemplou a delimitação e protecção do espaço de parqueamento,

3) a maior parte das estruturas não foi devidamente sinalizada como local de parqueamento de bicicletas e

4) a localização dos suportes não parece obedecer a nenhuma estratégia pensada para melhor servir os ciclistas (daí continuarem vazios, vendo-se, contudo, bicicletas presas a postes nas imediações).

Curiosamente, mesmo os parques para motas não contemplam barras às quais se possam prender as motas, o que leva a que os suportes para bicicletas se tornem apelativos para serem usados pelos donos das motas…

Bike rack for motorcycles

Afinal, a quem é que a Câmara contrata este serviço? Não deve ser a profissionais, nem sequer simples utilizadores de bicicleta (ou motas) serão, provavelmente, a julgar pelos resultados… 🙁