Nada mau para uma primeira e low profile aparição na Marginal Sem Carros do nosso Laboratório de Cenas a Pedal. 🙂
Havia bicicletas e triciclos reclinados, fixies, bicicletas de família, patinetes e bicicletas dobráveis:
Vejam o resto das fotos aqui.
Blog – Arquivo de 2006 a 2021
Nada mau para uma primeira e low profile aparição na Marginal Sem Carros do nosso Laboratório de Cenas a Pedal. 🙂
Havia bicicletas e triciclos reclinados, fixies, bicicletas de família, patinetes e bicicletas dobráveis:
Vejam o resto das fotos aqui.
A Cenas a Pedal foi um dos parceiros da organização desta primeira edição do Bicycle Film Festival em Lisboa. Démos uma mãozinha na Aeolian Ride a “vestir” os participantes, colaborámos com o Ricardo na preparação e gestão da Alleycat Race e oferecemos alguns dos prémios da mesma, divulgámos o evento no nosso blog e espalhámos alguns posters e folhetos, animámos a Street Party oferecendo Batidos a Pedal, e fizémos o relato dos acontecimentos, dos quais este é o final.
Foi com entusiasmo (e expectativa!) que nos envolvemos neste projecto, pois celebra aquilo que desde há 3 anos vimos ajudando a desenvolver em Portugal: a cultura da bicicleta, a cultura com bicicleta.
Ainda não temos estatísticas da organização quanto ao número de participantes, mas presumo que nunca tenha excedido as 100 pessoas por dia, talvez à volta de 50-70?…
Fotos
Gerais, by Cenas a Pedal:
Vídeos
Da Cenas a Pedal:
Relatos
Um relato geral de um participante disponível aqui.
Resultados da Alleycat Race.
Uma perspectiva geral do Festival, pelo Casaínho.
Outra perspectiva geral pelo Round Square Collective.
Nos media
Luísa (e Diogo), VJ’s da MTV:
Fotos do making of da parte dos Batidos a Pedal:
Foi um evento histórico e esperemos que se repita no próximo ano, maior e melhor, e que reflicta e reforce a crescente adesão à bicicleta como estilo de vida no nosso país. 😉
No passado dia 19 estivemos, como previsto, em Almada a desenvolver uma pequena actividade de promoção do Curso de Iniciação “Utilização da Bicicleta em Meio Urbano” que a Câmara pretende disponibilizar (gratuitamente) aos seus munícipes.
A iniciativa inseriu-se nas comemorações da Semana Europeia da Mobilidade, e consistiu em exercícios e actividades lúdicas de aferição e desenvolvimento das competências de controlo da bicicleta (Nível 1B do Padrão Nacional Britânico).
Foi curioso constatar que muitos miúdos, e graúdos que pensam que sabem andar de bicicleta, na verdade não sabem. Sabem equilibrar-se, guiar e pedalar para a frente, mas falta-lhes frequentemente precisão no controlo da bicicleta, essencial para uma condução confortável e segura, daí a importância do treino das competências do Nível 1B antes de prosseguir para a formação em estrada.
A CMA encontra-se nesta fase a reunir pré-inscrições, as datas do curso serão agendadas posteriormente. Se quiserem aprender mais sobre como conduzir uma bicicleta na estrada (ou fora dela), inscrevam-se! Se conhecerem alguém que já anda de bicicleta mas que restringe aos passeios por medo, ou alguém que tem todos os motivos – e vontade – de passar a usar mais a bicicleta como transporte mas não o faz por receio, dêem-lhes a dica deste curso. 😉 Inscrições via: Casa Municipal do Ambiente: 21 272 25 10 ou 21 272 25 18, e bibl.mun.alm @ cma.m-almada .pt.
Na próxima 6ª-feira, 25 de Setembro de 2009, é comemorado o 6º aniversário da Massa Crítica em Portugal, pelo que a celebração é ainda mais forte que o normal. Celebra-se a bicicleta e 6 anos da sua celebração. 😛 A primeira MC não está bem documentada, por acaso, e embora seja aceite este mês como a data da primeira, é provável que ela tenha ocorrido mais cedo, por volta de Maio de 2003. Mas isso é irrelevante, na prática. São 6 anos de qualquer modo. 🙂

A Massa Crítica é um passeio mensal pelas ruas da cidade, um ponto e evento de encontro entre ciclistas urbanos. É ao mesmo tempo uma celebração das modos suaves de locomoção e uma forma resgate do espaço público dominado pelos veículos motorizados. Feita de forma tranquila e em pelotão, a Bicicletada permite aos iniciados ganhar confiança na utilização de bicicleta na cidade, ao mesmo tempo que convivem e trocam ideias.
Os participantes reunem-se na última Sexta-Feira de cada mês, no Parque Eduardo XVII, junto ao Marquês de Pombal, pelas 18h. O percurso decide-se em conjunto e a partida dá-se por volta das 18h30.
O movimento, que funciona sem corpo dirigente, teve origem em São Francisco (EUA), e realiza-se hoje em dia em 350 cidades de todo o mundo. Em Portugal, além de Lisboa há Bicicletadas deste formato no Porto, Coimbra e Aveiro.
Em Setembro, mês da mobilidade, a Massa Crítica de Lisboa celebrará o seu 6º Aniversário, dia 25, e esperam-se muitas dezenas de participantes, com diferentes motivações mas unidos na vontade de celebrar a mobilidade suave.
A partida será, como habitual, do Marquês de Pombal pelas 18h30 e, no final, no Centro Cultural Magalhães Lima, junto ao miradouro das Portas do Sol em Alfama, terá lugar a Festa Crítica.
Pelas 21h começará a animação, com música, comida, bebida, exposições e bicicletas. A entrada é grátis e todos estão convidados.
Agora, passem a palavra!, para engordar a MC e a festa!
Passamos a divulgar:
A utilização da bicicleta é cada vez mais encarada como uma alternativa de transporte urbano. Silenciosa e amiga do ambiente (e da saúde dos seus utilizadores), a sua utilização nas cidades portuguesas vai crescendo timidamente.
Dia 23 de Setembro, a partir das 21:30, no Clube Literário do Porto (Rua Nova da Alfândega, 22, Porto – à ribeira), a Campo Aberto organiza um debate com os seguintes convidados:
- Miguel Torres, colaborador do projecto Futuro Sustentável, onde foi proposta uma rede de ciclovias para o Grande Porto;
- Pedro Serra, do movimento Massa Crítica;
- João Neves, responsável pelo projecto Civitas, em curso na cidade do Porto.
Utilizadores, simpatizantes e mesmo opositores da utilização da bicicleta em meio urbano, todos ficam convidados a comparecer e a deixar o seu testemunho.
Este debate surge no seguimento de uma conversa que se iniciou online quer no site da Campo Aberto quer no blog “A Baixa do Porto” a propósito da utilização da bicicleta como meio de transporte e dos potenciais conflitos que podem surgir entre peões, ciclistas e automobilistas. O debate insere-se ainda na semana europeia da mobilidade.
Um resultado construtivo desta história, entre outras. Só espero que lá vá alguém defender os direitos dos ciclistas sem ceder à tentação de privilegiar o maior número de ciclistas em detrimento da segurança e da liberdade dos que vão existindo… Torço também para que haja lá representantes dos ciclistas que lembrem que estes tendem a ser mais respeitados quando se dão ao respeito, e que adoptar comportamentos de submissão, reverência, inferioridade e inépcia no trânsito só reforça o tratamento correspondente que recebem…